"O inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo." ( Friedrich Nietzsche )

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Cry of the Banshee - Original Soundtrack by Les Baxter

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Agradecimentos de todo o coração à enorme boa vontade da minha querida irmã Valdirene, pois dessa vez o trampo maior em termos de tradução e adaptação foi dela. Fizemos nesse post um trabalho à 4 mãos, como notamos quase não haver resenhas sobre a película e o compositor da trilha em português (as encontradas por aí eram resumidas demais), tentamos apresentar o melhor que estava ao nosso alcance (dentro do tempo que nos é disponível, claro).
Tenho uma tremenda paixão por esses filmes de terror antigões, mesmo os de terror-comédia como no estilo das parcerias do Price com o Lorre, etc etc...


“Cry Of The Banshee” é um conto de magia negra, perseguição e vingança adaptado à Inglaterra do século XVI . Na trilha do pioneirismo de Michael Reeves, “Matthew Hopkins: Witchfinder General”, uma enorme quantidade de filmes de perseguição e bruxaria chegaram às telas de 68 a 72: “Mark of the Devil”, com Herbert Lom como um sádico caçador de bruxas; “Mark of the Devil II” (com Anton Diffring como um inquisidor misógino); “Blood on Satan’s Claw” (com Patrick Wymark como um incendiário de bruxas do século XVII); e o “Cry of the Banshee” de Gordon Hessler, que reuniu Price e a linda Hilary Dwyer, de “Witchfinder General”.
Price interpreta Lord Edward Whitman, um terrível magistrado que se distrai com pequenas crueldades enquanto procura bruxas para torturar e queimar. Com o pretexto de caçar bruxas, os infernais filhos de Whitman aterrorizam os aldeões e violentam as empregadas na pousada local, impunemente.
Enquanto isso, a filha de Whitman (Dwyer) está saindo com o cocheiro (a vítima constante das forças do mal. Patrick Mower), o qual, por causa de sua habilidade de “falar com os animais”, é suspeito da prática de bruxaria pelo ameaçador padre da aldeia (o terrível Marshall Jones).
Também no elenco está a sex star Essy Persson ((“I”, “A Woman”, “Therese und Isabell”), a qual parece ter errado o set de um filme pornô sueco, como a traumatizada (e muito mais jovem) esposa de Price – particularmente fantástica em uma cena de estupro. O filme mostra bem o terrível universo machista medieval ( infelizmente algo atual em muitos lugares), pois quando a mulher de Whitman não concorda com as práticas de seu marido, recebe tapas como resposta.
A atriz de cinema mudo alemão Elisabeth Bergner deixou o retiro para assumir o papel de Oona, a feiticeira vingativa que joga uma maldição sobre o clã de Whitman, o que foi considerado como um êxito de “escalação” na época.



O castigo chega à casa de Whitman depois que soldados sob o comando do magistrado massacram alguns dos seguidores de Oona; a líder do congresso de bruxas busca vingança com a ajuda de Satã. O tiro da campanha de Whitman para erradicar a velha religião pagã sai pela culatra. Uma maldição é jogada contra ele e toda sua família quando a feiticeira introduz um demônio vingador – o “banshee” do título – na família de Whitman. O miserável cocheiro é transformado em um “sidhe” (pronuncia-se “shee-day”) que prossegue em destruir um por um da família quando “ativado” pela feiticeira em uma cerimônia voodoo.
Nisso há uma curiosidade: antes de cada assassinato, este banshee uiva como um lobisomem. Então, o “sidhe” é um banshee ou um lobisomem? Quando o sidhe finalmente se revela, de fato há uma criatura peluda, lembrando um homem-lobo mais que um banshee.
A cinematografia e o design do set dos salões de festas, velhas hospedarias, praças do vilarejo e mosteiros desmoronando é soberba, considerando-se o baixo orçamento do filme. A atuação é geralmente muito boa, com Hugh Griffith excelente como um coveiro alcoólatra. O juiz corrupto de Price é um vilão desprezível, que eventualmente inspira pena, à medida que seus mais próximos e queridos vão caindo como moscar ao redor dele, vítimas da maldição da bruxa.
É interessante notar que todos os 4 filmes AIP de Hessler (os outros sendo “The Oblong Box”, “Scream And Scream Again” and “Murders In The Rue Morgue”), que foram intensivamente reeditados pelo intrometido cabeça do estúdio, Sam Arkoff, têm sido restaurados de acordo com os desejos do diretor, sem que ele nem mesmo tivesse sido cientificado disso até que os DVDs estivessem no mercado.


Hessler descobriu somente que sua edição original de “Murders In The Rue Morgue” estava em DVD quando um roteirista mencionou isso de passagem em uma entrevista. Ele não podia acreditar nestas boas notícias, quando então pensava que a edição original estava perdida para sempre, como as outras fabulosas cópias originais de “The Magnificent Ambersons” e “The Private Life Of Sherlock Holmes.”.
Como um extra da versão em dvd há uma entrevista com o ele sobre a baixa qualidade do roteiro original, o qual foi proibido de melhorar pela AIP à época. De qualquer forma, Hessler foi deixado em paz, enquanto os executivos da AIP estavam mais preocupados com a produção problemática de “De Sade” na Alemanha. Então, basicamente deram-lhe liberdade para filmar sua película de baixo orçamento na distante Irlanda. As mudanças ao seu filme viriam mais tarde, com a pesada reedição e adição de um novo corte para o mercado norte-americano.

A versão em DVD (lançada lá fora) da série “Midnight Movies” restaura 4 minutos da versão “comercial” do filme. “Cry Of The Banshee” abre com uma seqüência de créditos animada – com a cabeça de Price explodindo e liberando um fluxo de demônios. Animação criada adivinhem por quem? Pelo Monty Python Terry Gilliam! A versão da “M. Movies” tem o corte do período original por Wilfred Josephs (no lugar do violento corte de Les Baxter para a versão americana).
“Cry Of The Banshee” é o último filme do ciclo Edgar Allan Poe da AIP, embora sua conexão com Poe seja mais tênue que o usual, tanto que o grande escritor nunca produziu um trabalho – fosse poema ou conto – com este título ou trama. Entretanto, determinados momentos no filme, principalmente as cenas em que Whitman força seus subalternos a humilhar-se em uma orgia bêbada, lembram o Príncipe Próspero presidindo o pervertido “A Máscara da Morte Escarlate”. E uma passagem do poema de Poe, “The Bells” (recitado por Price) é improvisada no começo do filme.
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Na época, Price foi acusado de atuar mecanicamente neste filme. Esta suposta indiferença é atribuída à insatisfação do mesmo com a baixa qualidade dos roteiros da AIP oferecidos a ele e ao baixo salário que Arkoff estava pagando. Entretanto, embora não tão inspirado quanto Matthew Hopkins, Price liberou-se como o atormentado Lord Whitman, particularmente nas cenas finais, onde ele é confrontado pelo último de sua linhagem assassinada e levado ao inferno em uma diligência guiada pelo sidhe.
O filme causou um certo escândalo por parte dos mais conservadores devido à sua lascívia / brutalidade. Garçonetes peitudas com permanentes do fim dos anos 60 têm suas roupas de cima arrancadas pelos brutais filhos de Whitman. De fato, atores exageradamente entusiasmados tocam demais estas serviçais na primeira meia hora do filme, mas o que mais se podia esperar de um filme “exploitation”? E a questão é que os rapazes de Whitman são nada mais que aproveitadores, divertindo-se em molestar mulheres, enquanto demonstram estar caçando bruxas para o benefício dos aldeões ignorantes.
No entanto, a cena mais chocante é a do assassinato gratuito da linda empregada loira (Sally Geeson), que rejeitou as investidas do filho depravado de Price. Esta pobre garçonete é marcada como bruxa por portar ervas desconhecidas. Ela então é acorrentada, arrastada até a praça pública, chicoteada durante o caminho e queimada em um poste. Mais tarde, somos levados à visão de um aldeão varrendo as cinzas dela da fornalha.
Infelizmente, o baixo orçamento do filme definitivamente é uma desvantagem quando se trata de criar um monstro realista. A maior parte das cenas com o sidhe são escuras, para não revelar demais as limitações da maquiagem. Quando completamente iluminado, o banshee lembra uma fantasia de lobisomem de Dia das Bruxas (e das ruins).
Exceto por suas imperfeições técnicas, “Cry Of The Banshee” é um exemplar valioso do cinema gótico e uma adição respeitável ao extenso repertório dosclimáticos filmes de terror de Vincent Price.


Observação: A sigla citada por várias vezes na resenha, “AIP”, quer dizer “American International Pictures”. A data da formação desta produtora de filmes é abril de 1956, pela American Releasing Corporation (ARC), a qual tinha como cabeças James H. Nicholson, antigo Diretor de Vendas em “Real Art Movies" e Samuel Z. Arkoff, um advogado do ramo de entretenimentos. A AIP dedicava-se a lançar produções independentes, filmes de baixo orçamento, principalmente do interesse de adolescentes das décadas de 50, 60 e 70.
O primeiro lançamento da ARC de Nicholson e Arkoff é o filme "The Fast and the Furious” (1955).


Clique na imagem para ler uma entrevista com Gordon Hessler

Ficha Técnica:

Título Original: Cry of the Banshee
Título em francês: Les Crocs de Satan
Título em espanhol: El Grito de La Muerte
Título em português: O Uivo da Bruxa
Gênero: Terror / Satanismo / Bruxaria
Tempo de Duração: 91 min
Ano de Lançamento: 1970
País: Reino Unido
Estúdio: American International Pictures (AIP)
Distribuição: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)
Direção: Gordon Hessler
Roteiro: Tim Kelly e Christopher Wicking
Produção: Louis M. Heyward e Gordon Hessler
Música: Les Baxter
Direção de Fotografia: John Coquillon
Edição: Ossie Hafenrichter
Desenho de Produção: George Provis
Direção de Arte: George Provis


Elenco:

Vincent Price ... Lord Edward Whitman
Hilary Heath ... Maureen Whitman (as Hilary Dwyer)
Carl Rigg ... Harry Whitman
Patrick Mower ... Roderick
Essy Persson ... Lady Patricia Whitman
Marshall Jones ... Father Tom
Elisabeth Bergner ... Oona
Stephan Chase ... Sean Whitman
Sally Geeson ... Sarah
Hugh Griffith ... Mickey
Robert Hutton ... Party guest
Andrew McCulloch ... Bully boy
Pamela Fairbrother ... Margaret Donald (witch)
Quinn O'Hara ... Magge (witch)
Jan Rossini ... Bess

Lançamento da trilha sonora: 1972

01. Cry Of The Banshee Suite
02. The Tell Tale Heart
03. The Sphinx
04. The Cask Of Amontillado
05. The Pit And The Pendulum

Download

Sobre o compositor da trilha: Les Baxter

Nascido em 14 de março de 1922, em Mexia, Texas, falecido em 15 de janeiro de 1996, em Newport Beach, Califórnia. Educação: Frequentou o Conservatório de Música de Detroit, Detroit, MI; complementação dos estudos em Pepperdine College, Malibu, Califórnia.
Les Baxter foi uma das principais figuras no estilo de música orquestrada que se desenvolveu nos anos 50. Ele é conhecido como o “Chefão de ‘Exotica’”, um tipo de lounge music caracterizado por ritmos latinos e outras influências que estendeu-se da Polinésia ao Havaí e à América do Sul. Sua prolífica produtividade musical atravessou 4 décadas e incluiu as trilhas de mais de 100 filmes, tendo sua popularidade enfraquecida por outras 2 décadas. Porém, em meados dos anos 90, ‘exotica’ e outros tipos de lounge musica experimentaram um revival de popularidade. Infelizmente, Baxter morreu antes de poder desfrutar todo o impacto desse revival.
Após o nascimento de Baxter em 1922, sua família mudou logo do Texas para Detroit, Michigan. Foi considerado uma criança-prodígio no piano, o qual aprendeu a tocar aos 5 anos de idade. Além do piano, ele também aprendeu a tocar clarineta e a desenvolver seu talento para o canto.
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Estudou no Conservatório Musical de Detroit antes de deixar o meio-oeste nos anos 30 para freqüentar a Universidade Pepperdine, em Malibu, Califórnia, perto de Los Angeles. Enquanto estudava composição na Pepperdine, complementava seus rendimentos tocando piano (acompanhamento) e sax tenor em clubes de jazz nas imediações de Los Angeles. Em 1945 aproximadamente, Baxter cansou-se de tocar saxofone e entrou no grupo vocal The Mel-Tones, do cantor de jazz Mel Torme. Atuou com os Mel-Tones por alguns anos e cantou em uma gravação da big band do grande Artie Shaw.
Finalmente então ele deixa os Mel-Tones e entra na NBC Radio. Lá Baxter atuou semanalmente como membro do quarteto vocal que cantava nos comerciais da Pepsodent [ uma marca de pasta de dentes ] para o programa de rádio do comediante Bob Hope. Não muito tempo depois disso, Baxter começou a arranjar e dirigir música para o programa de Bob Hope, bem como para o programa de rádio que apresentava o duo de comediantes Abbott e Costello. Pouco depois, passava para diretor musical destes shows e outros da NBC Radio.

Nat King Cole

Pelo final dos anos 40, Baxter estava trabalhando na Capitol Records, arranjando e dirigindo para a gravadora. Atuava então com muitos performers notáveis de sua época. Provavelmente seu mais famoso trabalho foi o álbum que produziu o sucesso “Mona Lisa”, de Nat King Cole. Mas isto foi creditado erroneamente a ele, pois quem realmente orquestrou foi Nelson Riddle. Em edições posteriores dessas gravações os créditos foram devidamente corrigidos.
Além de seu trabalho “certo” (contratado) de estúdio, Baxter levava vantagem na liberdade que lhe era dada para gravar o que quer que ele gostasse nos estúdios da Capitol.
Baxter era inacreditavelmente curioso e aventureiro em suas composições e arranjos, experimentando com temas, instrumentos e gêneros. Seu primeiro lançamento com a Capitol foi o álbum “Music Out of the Moon”, de 47. O disco foi a mais importante despedida do estilo de álbum pop padrão da época. Nele, Baxter usou um coro, um cello e uma trompa francesa, uma seção rítmica, e um dos primeiros instrumentos eletrônicos inventados, o theremin, o qual utiliza um campo eletromagnético sobre o qual o instrumentista movia sua mão para criar o som. Vendeu bem o suficiente para Baxter ser encorajado a continuar gravando em uma variedade de estilos.

Capa traseira de “Music Out of the Moon”

Seu próximo trabalho notável envolveu composições e arranjos para a famosa cantora peruana Yma Sumac. Sumac tinha uma voz que cobria 5 oitavas e Baxter foi hábil em utilizar esse alcance vocal para criar os sons exóticos encontrados no álbum de estréia dela, “Voice of the Xtabay”. Quase que simultaneamente lança o álbum “Ritual of the Savage”, que se tornou o padrão no qual todos os futuros discos de ‘exotica’ viriam a se basear. Descrito nas liner notes [ aqueles comentários da capa do disco ] como “um poema musicado do som e da luta na selva”, “Ritual of the Savage” apresentou o estilo e o alcance da música que mais tarde inspiraria compositores e arranjadores como Martin Denny e Arthur Lyman.
Por toda a década de 50, Baxter esteve nas paradas de sucesso com seus arranjos de canções como “Because of You”, “April in Portugal” e “The Poor People of Paris”. Em 55, sua “Unchained Melody” foi número um nas paradas da Billboard por 2 semanas. Em 56, “The Poor People of Paris”, sucesso em primeiro lugar por 6 semanas. Sua composição “The Quiet Village”, que foi lançada originalmente no “Ritual of the Savage”, foi gravada por Martin Denny e tornou-se um sucesso em 59.

“Ritual of the Savage”, lançado originalmente em 1952

“Jules Vernes – Master of the Word”, lançado originalmente em 1961
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Em 53, Baxter compôs sua primeira trilha, de um filme “travelogue” [palestras sobre viagens (com acompanhamento através da concretização) ] chamado “Tanga Tika”. Ele foi anunciado como compositor de filmes tais como Untamed Youth (1957), Jungle Heat (1957), e The Lone Ranger and the Lost City of Gold (1958). Em 1962, tinha feito a trilha de mais de 30 filmes, a maior parte dos quais foi considerado como clássicos do gênero de filmes B. Naquele ano, ele deixou a Capitol Records e começou a se concentrar na composição para cinema.
A maioria dos trabalhos de Baxter em trilhas durante este período foi feita no American International, o estúdio administrado pelo diretor de filmes de terror Roger Corman. Baxter compôs para as séries de filmes de Corman baseadas nas histórias de Edgar Allan Poe, inclusive “O Poço e o Pêndulo”, “Contos de Terror” e “O Corvo”. Em meados dos anos 60, Baxter tornou-se o arranjador e compositor das séries “Bikini”, filmes que inicialmente foram estrelados pelos queridinhos dos adolescentes Annette Funicello e Frankie Avalon. Os filmes deste período incluem Muscle Beach Party, Bikini Beach, Beach Blanket Bingo, e How to Stuff a Wild Bikini.
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Pôster do filme “O Poço e o Pêndulo”/”The Pit and the Pendulum”,
de Roger Corman (1961)

Pôster do filme “Contos de Terror”/”Tales of Terror”, de Roger Corman (1962)

Pôster do filme “O Corvo”/”The Raven”, de Roger Corman (1963)
Nota: Neste filme temos uma das primeiras aparições de Jack Nicholson no cinema

molecote na época.

Os anos 60 foram o período mais fecundo do compositor. Ele fez a trilha de muitos filmes, e ainda arranjou e compôs para a televisão. Foi o responsável pelo conhecidíssimo tema assobiado do programa de TV “Lassie”. Seus outros trabalhos para a TV incluem Music of the Sixties (The Les Baxter Special), Buck Rogers in the 21st Century, The Milton Berle Show e The Gumby Special.
O trabalho de Baxter com filmes diminuiu significativamente nos anos 70, e durante os 80 ele se mantinha ocupado compondo para parques temáticos. Ele também dirigiu seus próprios trabalhos ocasionalmente. Uma de suas últimas performances ocorreu em 1995 no Century Club, em Century City. Em 15/01/1996, Baxter morreu aos 73 anos, de ataque cardíaco causado por insuficiência renal. A música de que Baxter foi precursor começou a ter um retorno de popularidade nos anos 90, marcado pelo lançamento em 96 de “Capitol Records’ The Exotic Moods of Les Baxter”. Infelizmente, o artista não viveu o bastante para aproveitar este ressurgimento de seu estilo musical na aprovação do público.

Tradução e Adaptação feita por Valdirene (com algumas pinceladinhas minhas) a partir da resenha original de Eve M. B. Hermann

Fontes:


Clique na imagem para acessar o Cinedivxbizarro

3 comentários:

woody disse...

Bacana isso!

Neide disse...

Pois é fofucho, também fiquei satisfeita com o resultado. Ainda bem que minha mana curtiu o lance e está animada para outras resenhas.

Beijão, jagunço que não é pirata...hahahahahaha

Mestre Splinter disse...

Bacana? Pô, que baita post! Parabéns, e muchas gracias por ele!